Arquivo da categoria ‘Claudia’

45º – MirrorMask (Cláudia)

Julho 4, 2009

Mirrormask_DVD_1185481897Sessão no dia 21 de junho de 2009.

40º – Be Kind, Rewind (Cláudia)

Maio 31, 2009

be_kind_rewind_movie_posterSessão no dia 8 de maio de 2009.

30º – Charlie Bartlet (Claudia)

Novembro 18, 2008

charlie-bartletCharlie Bartlet é um filme que eu gostaria muito de ter visto na minha adolescência. Como eu tenho uma memória péssima e lembro de poucos filmes daquela época, trouxe pra vocês o Charlie como uma representação tardia do que “Curtindo a vida adoidado” representou pra mim naquela idade em que tudo que queríamos era mesmo ser populares e a maior preocupação que tínhamos era como seria o tal beijo na boca de que tanto nossos colegas mais velhos se gabavam por aí.

Eu acho que “Curtindo a vida adoidado” foi o filme que mais assisti na vida – talvez fique empatado com “E.T.”, mas eu nunca poderei terei certeza disso. E a primeira vez que assisti Charlie Bartlet foi bem parecida com a primeira vez em que a assisti “Curtindo a vida adoidado” pela primeira vez, guardadas as devidas proporções da idade, logicamente. Não são exatamente filmes que geram identificação, mas são filmes que mexem com uma parte minha, um lugar lá no fundo da mente onde a vida assume um plano ideal, onde as coisas são como eu realmente gostaria que as coisas fossem – que realmente tivesse um cara na sua escola que pudesse te ajudar a enfrentar teus dilemas e problemas, mesmo que tivesse que bater de frente com o diretor. Alguem que pudesse mostrar o valor que cada um temos, com nossos defeitos, qualidades, imperfeições, anseios. E que alem disso pudesse ensinar que a vida pode ser vivida de “n” formas diferentes e nao existe necessariamente um jeito certo e outro errado – tudo depende da perspectiva. Tipo um super-herói possível, sabe? Um sem capa nem roupa colada, pelo contrário, alguém até meio feioso e desengonçado, mas com um carisma gigantesco e capaz de heroísmos pra nenhum super-homem botar defeito. Esse é o Charlie Bartlet. Inspirador e apaixonante. Um filme com o único intuito de “lift up the spirits”. Fico feliz que vocês tenham gostado da escolha!

Abraços apertados e até a próxima sessão!

28º- 13 beloved (Claudia)

Novembro 5, 2008

13_poster1Escolhi “13 beloved” por 3 motivos: 

1. Era véspera de Halloween, o que pedia um bom filme de terror.

2. O elemento surpresa, pois ninguém jamais esperaria que eu fosse escolher um filme como “13 beloved”.

3. A originalidade do filme, que foi o que me chamou a atenção na primeira vez em que o assisti – isso se nao contarmos com o toque de celular irritante do protagonista, é claro. 

Como vocês puderam perceber, “13 beloved” nao é bem um filme de terror. Também nao é bem um filme de suspense. Nem tampouco chega a ser um drama. Talvez seja um pouco disso tudo misturado, com umas pitadinhas de comédia aqui e ali (como nao nos deixa negar a cena da professorinha histérica na delegacia ou do sujeito se arrastando pelo chão sem o tampo da cabeça ou quando o Chit argumenta com o defunto que so esta tentando ajuda-lo e a reação da família do morto quando finalmente cai a ficha. Ah, nao vamos esquecer das cadeiradas hilárias que o protagonista desfere no atual namorado de sua ex, que insiste em se levantar sempre, mesmo depois de trocentas cadeiradas).

“13 beloved” é, por incrível que pareça, um filme que faz pensar, vestido numa roupagem de filme puramente para divertir. E um filme que mexe com as entranhas durante as cenas nojentas e fortes e violentas, mas inevitavelmente você pensa: e se fosse eu no lugar dele? Aceitaria o desafio? Até onde eu iria chegar? Sera que eu teria coragem de fazer isso? E se eu tivesse a oportunidade de reavaliar minha relação com alguém que pisou na bola comigo no passado, mas que tem seu valor, eu perdoaria ou daria vazão a magoa guardada por tanto tempo?

Enfim. Nao sei se isso passou pela cabeça de vocês em algum momento, mas passou pela minha. E foi por isso que escolhi “13 beloved“, um filme difícil de definir (e de digerir), que diverte como um bom filme de Hallowen deve divertir e que mesmo assim traz escondido nas entrelinhas uma licaozinha de moral – e vocês sabem que eu adooooro filmes com licoezinhas de moral: a vida nao é justa e ela grita para você todos os dias decifra-me ou devoro-te”.

Bubba ho-tep

Julho 21, 2008

Bom, eu nunca fui boa em escrever criticas, sejam elas sobre filmes, livros ou musicas. Nunca consigo expressar direito porque gosto ou deixo de gostar de certa coisa, acho que sou muito emotiva e pouco racional. Escolhi Bubba Ho-Tep para ser exibido no Filme Club porque ele é legal e pronto. Eh diferente e excêntrico do começo ao fim, sem nunca cair no besteirol da maioria das comédias americanas de hoje em dia. Foi o Carlos quem me mostrou esse filme ha algum tempo – e o Carlos sabe como ninguém apreciar o trabalho desses roteiristas malucos. Onde e como é que ele encontra esses filmes? Bom, ai só perguntando pra ele… ;c) Deixo vocês com um resumo de uma resenha que peguei na internet que, na minha opinião, é a que melhor traduz as minhas impressões sobre o filme.

Abraços e ate a próxima sessão!

 

 

Baseado no conto homônimo de quarenta páginas ganhador do prêmio Bram Stocker (uma premiação dada aos melhores autores de Horror), Bubba Ho-tep foi escrito por Joe R. Landsdale e roteirizado bem como dirigido  pelo diretor Don Coscarelli. 

A premissa do filme é no mínimo interessante. O que aconteceria se o verdadeiro Elvis Presley (interpretado pelo ator cult Bruce Campbell da trilogia Evil Dead) não tivesse morrido e estivesse passando seus últimos dias num asilo do Texas? A verdade é que Elvis já no fim da carreira, desiludido com a “perda” da esposa Priscilla e da filha Lisa Marie, não vê mais motivos em continuar com uma vida sem alegrias. O “Rei” decide dar um fim a tudo isso. Para tal, troca de lugar com um cover idêntico chamado Sebastian Haff. Vivendo como o cover, ele faz os shows e passa a viver sem nenhum tipo de pressão. Só que acontece um problema: Sebastian Haff morre e Elvis não pode mais reclamar seu posto. Pra piorar ele tem um acidente e quebra a bacia entrando em um coma que o obriga a passar a viver num asilo. Só por essa introdução, pode-se ver que BUBBA HO-TEP já é um filme extremamente criativo, mas o autor do conto que deu origem ao filme, Joe R. Lansdale inova mais ainda, colocando como melhor amigo de Elvis um velhinho senil que pensa ser JFK. Detalhe, ele é negro. Um dos diálogos mais hilários se dá entre os dois amigos no jardim do asilo. Após ouvir toda a história, Elvis não se contém: “Sem querer ofender Jack, mas o presidente Kennedy era branco”. Sem pestanejar, Jack responde: “Isso mostra como eles são espertos! Eles me pintaram dessa cor!” hahahaha. Impossível não rir. 

Com certeza, Bubba Ho-Tep não é um filme de terror, nem um drama, nem uma comédia. Na verdade o rótulo mais apropriado seja o de “Cinema Fantástico” mesmo, pois ele junta todos esses gêneros no liquidificador e transforma nessa experiência única. Antes de tudo é um filme criativo e inteligente.

“As pessoas podem não acreditar nisso, mas a razão pela qual eu e Bruce quisemos fazer esse filme foi contar a estória da redenção de Elvis. E acho que nós o redimimos” – Don Coscarelli 

Fonte: Bruno Combat Martino

Link: http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/bubba.html

7º – Shaun of the Dead (Claudia)

Maio 31, 2008

15 de Maio

6º – Juno (Claudia)

Maio 31, 2008

24 de Abril