49º – Monty Python and the Holy Grail (Luciana)

setembro 12, 2009 by

monty_python_and_the_holy_grailSessão realizada no dia 6 de setembro de 2009.

48º – Caros F… Amigos (Carlos)

agosto 27, 2009 by

img_138859_lrgSessão no dia 02 de agosto de 2009.

47º – Romper Stomper (Alexandre)

agosto 27, 2009 by

5yvn6ggSessão no dia 26 de julho de 2009.

46º – Piranha (Ricardo)

julho 13, 2009 by

piranha-sharkSessão no dia 12 de julho de 2009.

45º – MirrorMask (Cláudia)

julho 4, 2009 by

Mirrormask_DVD_1185481897Sessão no dia 21 de junho de 2009.

7ª Etapa de Filmes

junho 22, 2009 by

1. Cláudia
2. Ricardo
3. Falex
4. Luciana
5. Carlos
6. Juliana
7. Márcia
8. Molanda

44º – A Little Romance (Luciana)

junho 17, 2009 by

a-little-romance-dvd-cover4 de junho

Confesso que, sempre que pude, aproveitei o projeto do Filmeclub para rever filmes que me marcaram. E com esse não foi diferente. É comum termos uma noção de que as coisas da nossa infância nos remetem a uma época mais feliz, mesmo que isso não seja verdade (Recordo outro ouvir-te, /Não sei se te ouvi /Nessa minha infância /Que me lembra em ti./ Com que ânsia tão raiva / Quero aquele outrora! / E eu era feliz? Não sei: /Fui-o outrora agora. FP).

Talvez não houvesse histórias como “Antes do Amanhecer” ou “Encontros e Desencontros” sem este singelo “Um Pequeno Romance”. Ele resume um pouco o que estes filmes vieram a trazer e o que eu costumo gostar em filmes:  viagens, aventuras, contraste de culturas, um personagem trapaceiro encantador, diálogos com referências bacanas, um final realista (mesmo que o resto do filme não seja), um pouco de comédia, um pouco de drama e… um pouco de romance.

43º – O Jogador (Marcio Holanda)

junho 5, 2009 by

O Jogador

31 de maio de 2009.

Já tem uns 10 anos que vi esse filme pela primeira vez. Mas acho que, apesar do visual de alguns personagens, ele envelheceu muito pouco. Talvez quase nada. Porque ele ainda guarda um jeito bacana de contar uma história misteriosa, algo meio low-profile (apesar da aparente grandiloqüência do diretor), meio à moda antiga.

A cena inicial do filme, um plano seqüência de 8 minutos, com os personagens falando de planos seqüência de outros filmes, é sensacional. Fora que nada ali estava escrito, foi tudo improviso.

O fato de o diretor rechear o filme com participações de atores interpretando a si mesmos (o roteirista que tenta vender a continuação de “A primeira noite de um homem” é o mesmo que escreveu o primeiro), ao lado de atores interpretando personagens, me passa uma certa sensação de irrealidade – como atores que a gente conhece podem transitar ao lado de personagens e tratar esses últimos como pessoas reais? E um ator interpretar a si mesmo em um filme de ficção não é interpretar um personagem, de certa forma?

Além de todas essas referências, o enredo se desenrola de forma muito interessante, primeiro com o personagem do Tim Robbins amedrontado pelas ameaças, seguido pela falta de controle, pelo cinismo e ironia com as ameaças e, por fim, fazendo parte do jogo do roteirista revoltado.

A cena final, do telefonema, é uma maravilha, mostrando, em 25 palavras ou menos, o enredo do filme que acabamos de ver.

Uma obra-prima dos anos 90.

42º – Once (Juliana)

maio 31, 2009 by

untitledSessão no dia 29 de maio de 2009.

41º – O Brother, Where Art Thou? (Carlos)

maio 31, 2009 by

6a00c22527604f8e1d00e398b20e8c0005-500piSessão no dia 22 de maio de 2009.


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